terça-feira, 21 de dezembro de 2010



DEUS NÃO QUER AMIGOS, ELE QUER DE VOLTA SEUS FILHOS;

DEUS NÃO NECESSITA DE AJUDA, ELE QUER INTIMIDADE.

AGORA, SE DESEJA AJUDAR ALGUÉM, AME A DEUS PRIMEIRO;

E ELE TE MOSTRARÁ A PESSOA QUE PRECISA DE AJUDA.


O chuveiro


Quantas pessoas tomam o seu banho diário como se estivessem banhando-se em águas frias?

Há alguns anos, o banho tornou-se algo que vai além de uma limpeza corporal. Tornou-se um ritual.
É o momento mais precioso do dia, onde me dispo das adequadas vestimentas exigidas não somente pelo clima de onde estou, mas também, das exigidas pela sociedade na qual eu vivo.

Logo no inicio de meu ritual, debaixo da agradável água morna, fui surpreendido pela mudança de sua temperatura. O chuveiro acabara de queimar. Segundos depois, a água já estava bem fria.
Ainda era noite lá fora, independente da época do ano, este é o horário em que o termômetro encontra-se com a temperatura sempre baixa. Esforçando-me, aos poucos criei coragem para enfrentá-la. A higiene foi feita por partes até o corpo se acostumar. Para finalizar, um pequeno “choque” para enxaguar a cabeça. Não me recordo de um banho mais rápido e mais complicado do que aquele.

Daquela vez o banho havia saído por menos da metade habitual. A segunda e a terceira parte haviam ficado para trás: a higiene mental e a espiritual.

Neste momento, aproveito também para tranquilizar a minha alma através de reflexões e acima de tudo, para purificar o meu espírito, conversando intimamente com Deus, ou seja, orar. Saio de lá em forma, pronto para começar o novo dia. Revigorado de corpo, alma e espírito.

Os estados benéficos da água são: a morna que cuida do externo, a natural do interno e, a Água viva que, não somente cuida e alimenta como renova e restaura.

Que tal continuar tomando banho de água fria? Quantas tentativas frustradas a mais serão necessárias para você optar pelo banho morno?


A verdade da Vida

“No princípio Deus criou o céu e a terra” – certamente você já teve oportunidade de ler essas palavras, que constam na Bíblia (Gênesis 1.1). Este mundo em que vivemos surgiu a partir do ato de criar. A verdadeira natureza da nossa vida consiste, nada mais nada menos, na força de criar ou, em outras palavras, na capacidade de trabalhar. Realizar um trabalho, criar alguma coisa, produzir alguma coisa – isso é obra da Vida, é obra de Deus. Cristo também disse: “Meu Pai trabalha até agora.” (João 5.17). Portanto, trabalhemos nós também! Em verdade, trabalhar ou criar é permitir que a Vida siga o seu próprio caminho.

A essência da Vida é Deus. E Deus é também Amor. Podemos, pois, dizer que a plenitude do Amor se alcança por meio do ato de viver plenamente a Vida, ou seja, por meio do trabalho. Quando uma pessoa começa a trabalhar, um mundo se abrirá para beneficiá-la: “Ouça o abrir do céu e da terra, e desperte”.

Como o céu e a terra se abrem unicamente pelo trabalho de Deus, podemos concluir um novo mundo abrindo-se para nós. Significa sairmos da pequena concha chamada eu para um mundo imenso, livre, pleno de amor.

Somente quando descermos do pedestal, pararmos de ficar teorizando, e passarmos a trabalhar efetivamente em benefício do mundo e da humanidade, poderemos, pela primeira vez, ver e ouvir um mundo novo e imenso abrindo-se para nós. Desde a antiguidade, têm sido considerados profetas do caminho, aqueles que conseguiram ver e ouvir um mundo novo abrindo-se para eles.

Se você pensa que está difícil encontrar um trabalho, é porque você está procurando um trabalho que lhe proporcione status, um trabalho que lhe dê fama e honraria, um trabalho que não seja humilde, um trabalho que não exija muito sacrifício, um trabalho que só se consegue quando se é subordinado a alguém.

Pense: para criar o mundo, Deus não se empregou numa firma construtora de mundo. Deus é Vida. E quando a Vida entra naturalmente em ação, é possível realizarmos qualquer trabalho, mesmo que não sejamos contratados por alguém. O ato de trabalhar será, então, uma coisa natural e espontânea.

Quando rompemos a barreira da ilusão de que “não podemos trabalhar se não tivermos emprego”, e começamos a caminhar como um pintinho que rompeu a casca do ovo e saiu para o mundo amplo e livre, nós conseguimos descobrir um objetivo de trabalho grande e gratificante.

Rompa a barreira construída pelo objetivo errôneo de trabalhar a fim de ganhar dinheiro para si mesmo, e comece a caminhar para uma nova vida, disposto a dedicar à humanidade as coisas que possui, não importando que sejam muitas ou poucas.

Se antes você trabalhava apenas para si mesmo, de agora em diante vai trabalhar de forma mais ampla, ou seja, para o benefício de todos. A partir deste momento, desaparecerá o pequeno mundo de seu eu menor e se abrirá para você o grande mundo de seu eu maior.

Com seu renascimento espiritual, diante de você se abrirão um novo céu e uma nova terra. Você ouvirá, verá e sentirá pessoalmente “um novo mundo abrindo-se para você”. Então, mesmo os trabalhos insignificantes e humildes que antes você desprezava, se tornarão trabalhos nobres e gratificantes. Como consta no Apocalipse, "o céu e a terra se renovarão diante de você".


Você compreenderá imediatamente que as portas do novo mundo abrem-se de dentro para fora, e não de fora para dentro.

Agradeço a Deus por ter me dado a graça deste texto ter caído em minhas mãos. Obrigado "elevado" amigo Jorge pelo presente.

Abraço fraterno.


sábado, 18 de dezembro de 2010

Duas opções!

No escuro silencioso de seu quarto surgiram dois trailers numa imensa tela branca. Duas opções de filmes: Avatar ou A verdade sobre Deus.

No primeiro, eram cenas em três dimensões. Imagens impactantes de animais pré-históricos verdes, voando entre as árvores do planeta. No segundo, uma cena tranquila de um homem deitado de costas, com os braços cruzados atrás da cabeça, "conversando com Deus" num cantinho do mundo.







Espero que a segunda opção tenha sido uma boa escolha para você também!

"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fora, eu vo-lo teria dito." João 14.1-2.

Tenha um lindo domingo!

Um grande abraço.


Caminhe você mesmo!


"Aqueles que se confundirem com o próprio corpo estarão caminhando para aonde caminha o corpo - para a extinção; aqueles que se identificarem com o espírito caminharão para aonde caminha o espírito - para Deus!"

Buscar a comunhão com Deus por intermédio do próximo é ciência do bem e do correto viver, é caminho para a espiritualização.

Examine-se a cada dia e veja o quanto caminhou ou o quanto se manteve estático.

A estrada da vida não pode ser percorrida por pés alheios - caminhe você mesmo!

Abraços.


1-2-3-4-5-6-7-8-9.

Nunca se esqueça de Deus
1 -
'Deus não escolhe
pessoas capacitadas, Ele capacita os
escolhidos.'
2 -
'Um com Deus é
maioria.'
3 -
'Devemos orar
sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que
possamos ouvir a Deus.'
4-
'Nada está fora
do alcance da oração, exceto o que está fora
da vontade de Deus.'
5-
'O mais importante
não é encontrar a pessoa certa, e sim ser
a pessoa certa.'
6 -
'Moisés gastou:
40 anos pensando que era alguém; 40 anos
aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus
pode fazer com um NINGUÉM.'
7 -
'A fé ri das impossibilidades.'
8 -
'Não confunda
a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.
9 -
'Não diga a DEUS
que você tem um grande problema. Mas diga
ao problema que você tem um grande DEUS.'

Divertido e verdadeiro!

Um ótimo fim de semana!

Abraços.


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A roda gigante



A roda gigante não gira mais da mesma forma de quando ele era criança.

Um menino de costumes simples que adorava correr com os pés descalços pelas ruas, subir em árvores, caçar passarinhos, brincar de pique-pega com os amigos da vizinhança, contava nos dedos os dias de novembro, esperando dezembro chegar. Mês de férias e, ao mesmo tempo, de expectativas, aguardando à hora da chegada dos presentes que receberia da empresa em que seu pai trabalhava. Era Natal!

Assim foi por toda a sua infância e adolescência. Na parte superior de seu armário não havia espaço para nem mais um sequer. Ele já estava com dezesseis anos. Portanto, os presentes não chegariam mais. Naquele ano, ele se deu conta de que o tempo fez com que deixasse de se tornar um colecionador de brinquedos.

Uma nova fase começava. De colecionador passou a distribuidor. Assim eram todas as vezes que retornava a sua cidade na época de Natal, após longos períodos trabalhando pelo mundo a fora, em especial na Europa.
Em umas de suas chegadas, todos se surpreenderam ao lhe ver vestido de Papai Noel, com direito a longa barba branca e um enorme saco de presentes apoiado em suas costas. Afinal, era Natal!

O espírito daquele jovem já não era mais o mesmo, a timidez havia desaparecido, no espaço deixado por ela entrou a descontração e a irreverência; vivendo a vida da forma que se sentia feliz e à vontade. Vestir-se de Papai Noel com vinte e poucos anos lhe proporcionava um enorme prazer.

Era Natal!Sendo assim, era tempo de comemorações, de matar a saudade de seus queridos familiares e amigos. Eram muitos os amigos!
A casa de seus pais tornava-se o ponto de encontros e também, de pernoites. As noites deslizavam feito um avião acima das nuvens, para quem participava daquelas reuniões; era como se o avião estivesse apenas flutuando e só se percebia a duração da viagem quando o sol apontava no horizonte. Era chegada a hora de se recolherem.
Se ele permanecesse no Brasil por mais tempo, provavelmente as chaves das portas de entrada daquela casa perderiam as suas funções: entrar e sair livremente. Quantas festas, quanta alegria...

Nos Natais seguintes, ele havia cedido o posto de Papai Noel para seu pai. Função que lhe coube como uma luva. Um Papai Noel legítimo de barriga natural.
Alguns anos depois, o destino bateu a porta de seu pai. A sua triste partida acabou alterando o perfil de Natal daquela casa e intimamente o dele também.

De colecionador passou para distribuidor, de colaborador para um mero espectador. O dia de Natal havia perdido seu encanto e a fantasia de tantos anos foi logo deixada de lado.
De volta a Europa, decidiu não mais retornar a casa para as festas de fim de ano. Dessa vez, o destino lhe reservara uma nova visão do Natal. Então de mero espectador tornou-se um grande expectador.

Essa última transformação se deu graças às dificuldades pelas quais enfrentava. Exaurido de tanto correr atrás de soluções para as suas perguntas, finalmente ele acabou encontrando e conhecendo o lado doce da dor.


Foi exatamente através do “simbolismo religioso” do Natal que ele recebeu o presente mais valioso de sua vida.

O dia de Natal jamais seria comemorado como a festa dos presentes de infância nem a da adolescência. Tão pouco como a festa da comilança, e muito menos ainda, como uma festa simplesmente religiosa exibida pelos muitos canais de televisão nesta época do ano. Essa data transcendera tudo isso.
Era o marco de novos tempos. Talvez, para o mundo seria apenas mais um dos ápices de uma história religiosa, mas para ele, tornar-se-ia o ponto fundamental para uma nova partida.

A roda gigante acabara de completar os seus 360 graus. Naquele momento ele percebera que o foco havia mudado dentro de si. Abatido de girar em círculos em torno de si mesmo, retirou o “eu” do centro de sua vida, cedendo aquele lugar vazio para o nascimento de Jesus.

Pela janela do seu quarto aquecido, ele observava a neve despencar lá do alto. Era Natal em Paris!

“Feliz o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor.” Jeremias 17.7

Feliz Natal a todos!